Seja um Associado

Fale Conosco

Sinduscon-GO
  • HOME
  • O SINDUSCON-GO
  • SERVIÇOS
  • NOTÍCIAS
    • Sinduscon-GO na mídia
  • ÁREA DOS ASSOCIADOS
  • .

Noticias do Setor

Construção Civil e sustentabilidade: o desafio da gestão de resíduos em Goiânia

Construção Civil e sustentabilidade: o desafio da gestão de resíduos em Goiânia

30 November 2025

Com o avanço do mercado imobiliário e o crescimento urbano acelerado, a construção civil em Goiânia vive um momento de grandes oportunidades e também de grandes responsabilidades. O gerenciamento sustentável dos resíduos da construção se torna um caminho essencial para unir desenvolvimento e respeito ao meio ambiente. A construção civil é reconhecida mundialmente como um dos setores que mais consomem recursos naturais e geram resíduos.

Em Goiânia, o cenário reflete a força desse segmento. Segundo a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), a capital contabilizou 162 canteiros de obras verticais em 2024, impulsionando o desenvolvimento urbano e a geração de empregos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Goiânia figura entre os cinco municípios brasileiros que mais criaram vagas no setor no primeiro semestre de 2024. Esse crescimento traz desafios relevantes, especialmente na gestão dos Resíduos da Construção Civil (RCC). Somente em 2024, foram geradas 1.270.551 toneladas de entulho, o que representa cerca de 74,5% de todos os resíduos sólidos urbanos. Esses materiais incluem restos de argamassa, concreto, cerâmica, metais, madeiras, vidros e plásticos. Quando descartados de forma incorreta, causam sérios impactos ambientais e urbanos, como entupimento de galerias pluviais, degradação de mananciais, proliferação de vetores de doenças e aumento dos custos para o poder público.

A Resolução CONAMA nº 307/2002 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) estabelecem as diretrizes e responsabilidades para a gestão dos RCCs. A resolução define quatro classes de resíduos:

Classe A: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas), argamassa, concreto e pré-moldados.
Classe B: materiais recicláveis como plásticos, papel e papelão, metais, vidros e madeiras.
Classe C: resíduos sem tecnologia de reciclagem economicamente viável, como produtos de gesso e sacos de cimento.
Classe D: resíduos perigosos, como tintas, solventes, óleos e materiais contaminados.

De acordo com a legislação, os grandes geradores, definidos pelo município como aqueles que produzem mais de 2 m³ de resíduos, são obrigados a elaborar e implementar um Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC). Esse plano deve prever a classificação, separação e destinação ambientalmente adequada dos resíduos, priorizando a reutilização, a reciclagem e o encaminhamento para aterros licenciados.

Nos últimos anos, observa-se um avanço significativo na qualidade da construção civil e na adoção de práticas sustentáveis. Programas de gestão da qualidade, redução de perdas e projetos de economia circular vêm ganhando espaço. Iniciativas locais têm mostrado que o entulho pode se transformar em novos produtos, como blocos ecológicos, brita reciclada e pisos intertravados.

Um dos instrumentos mais promissores é a logística reversa, que permite o retorno de materiais e embalagens à cadeia produtiva, reduzindo o descarte e incentivando a reciclagem. Em Goiânia, várias construtoras já adotam o reaproveitamento de entulho e a destinação correta dos resíduos, em conformidade com as normas da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA). Quando a separação dos RCCs é realizada corretamente no próprio canteiro de obras, conforme a classificação do CONAMA nº 307/2002, o processo de reciclagem e destinação se torna mais eficiente. Empresas especializadas em Goiás já transformam concreto e argamassa em agregados reciclados, que podem ser aplicados em sub-bases de pavimentação, drenagem, controle de erosão, concretos não estruturais e fabricação de blocos e meios-fios.

A AMMA, em conjunto com outras instituições públicas, tem fortalecido a fiscalização ambiental e o incentivo à gestão responsável dos resíduos. Programas como o Selo de Sustentabilidade, o Programa Amigo Verde e ações como a “Virada Ambiental”, da UFG, promovem a conscientização e o engajamento do setor. Além disso, Goiânia conta atualmente com cinco Ecopontos em funcionamento, destinados à entrega voluntária de resíduos de pequenos geradores (até 2 m³), e mais cinco unidades estão em fase de implantação.

Mas a mudança não depende apenas de políticas públicas; começa dentro dos canteiros de obras. Medidas simples, como a separação correta dos resíduos, o reaproveitamento de materiais, o controle de desperdícios, o treinamento das equipes e o uso racional da água e da energia, podem gerar um impacto ambiental positivo e reduzir custos operacionais. Algumas empresas têm ido além, praticando a curadoria de materiais descartados e destinando itens como louças e pias a projetos sociais e reutilizações criativas, reforçando o conceito de economia circular e responsabilidade social.

A sustentabilidade na construção civil não é apenas uma tendência; é uma necessidade e uma oportunidade. O reaproveitamento e a reciclagem de resíduos proporcionam economia de matérias-primas, redução no consumo de energia e minimização dos impactos ambientais. O futuro do setor passa pela inovação, pela conscientização e pelo planejamento, transformando o desafio dos resíduos em uma oportunidade de crescimento sustentável para Goiânia e para todo o Estado de Goiás.

Zilma Percussor Campos Peixoto, titular da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), possui mais de 35 anos de experiência em gestão, tanto no poder público quanto em empresas privadas. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG), possui especialização em Gestão Financeira com ênfase em Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e MBA em Gestão Empresarial pela mesma instituição.

Na esfera privada, Zilma foi supervisora de Atendimento, gerente de Pessoas Físicas e Jurídicas, gerente geral e superintendente Regional Comercial para Goiás do Banco Nacional. Também atuou como superintendente de Agências do Unibanco S/A, além de superintendente Regional Comercial na região de Limeira e Campinas (SP) e no Estado de Goiás, pelo Banco Santander.

No poder público, Zilma foi diretora de Ordenamento Urbano e superintendente de Planejamento e Gestão Sustentável da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) em 2017. Coordenou o Grupo Executivo de Revisão do Plano Diretor de Goiânia, integrou o Comitê Técnico de Uso e Ocupação do Solo da Seplanh e foi conselheira do Conselho Municipal de Política Urbana da Prefeitura de Goiânia (Compur). Em seguida, atuou como secretária municipal de Planejamento Urbano e Habitação e também como secretária de Finanças, ambos os períodos durante a gestão Iris Rezende.

Após o fim do mandato, acumulou novas experiências no setor público, entre elas a função de superintendente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-GO), além de prestar consultorias para empresas, até ser convidada para presidir a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA).

Como a tecnologia está redesenhando o canteiro de obras

Como a tecnologia está redesenhando o canteiro de obras

30 November 2025

 

Em minha trajetória como engenheiro, já estive em contato com muitas oportunidades de inovação no setor da construção. Porém, percebo que estamos vivendo um momento decisivo, uma virada que já começou nas empresas e segue em ritmo acelerado. Quem observa atentamente percebe que há uma verdadeira corrida por competitividade e que os melhores são aqueles que investem tempo e recursos de forma estratégica, equilibrando ações de curto, médio e longo prazo.

No curto prazo, tecnologias já consolidadas precisam ser aplicadas com mais eficiência, e, se ainda não fazem parte da rotina das obras, devem ser urgentemente incorporadas. No médio prazo, tecnologias emergentes estão criando oportunidades e ameaças capazes de transformar profundamente o setor. E, no longo prazo, sabemos que revoluções industriais moldam sociedades inteiras. Por isso, cabe a nós definirmos qual será o nosso papel nessa história, à medida que os efeitos positivos e negativos da digitalização, da robotização e da inteligência artificial se consolidam na construção civil.

A digitalização não é apenas sobre trocar papéis por tablets ou usar drones nas obras. Trata-se, sobretudo, de redefinir o modo como projetamos, planejamos, executamos e gerimos nossos empreendimentos. Essa transição, que alguns chamam de Construção 4.0, vem transformando silenciosamente o canteiro de obras em um ambiente cada vez mais conectado, seguro e produtivo. Automação, sensores, dados em tempo real e inteligência artificial deixam de ser promessas e passam a integrar o dia a dia de construtoras e incorporadoras que buscam competitividade.

Entre os avanços mais significativos estão os chamados gêmeos digitais, réplicas virtuais da edificação alimentadas continuamente por dados do campo. Sensores de umidade, temperatura e vibração, aliados a drones e câmeras inteligentes, atualizam o modelo BIM e permitem identificar interferências, atrasos e desvios antes que se tornem problemas reais. Essa “construção preditiva” muda a lógica do canteiro, pois não reagimos mais a imprevistos, mas passamos a antecipá-los com base em dados.

Outro aspecto fundamental dessa revolução é a gestão integrada por softwares e inteligência artificial. Hoje, é possível conectar planejamento, orçamento, qualidade, segurança e logística em um mesmo ambiente digital. Dashboards oferecem uma visão em tempo real da obra, e algoritmos de IA já são capazes de apontar gargalos, sugerir decisões e prevenir falhas. A gestão se torna menos intuitiva e mais baseada em evidências, com menos reação e mais antecipação.

Com essa integração, a segurança e o controle de qualidade ganham novos patamares. Câmeras com análise de imagem verificam automaticamente o uso de EPIs. Sensores de proximidade identificam riscos antes que ocorram. Modelos digitais permitem auditorias virtuais e inspeções preventivas. A tecnologia reduz o retrabalho, minimiza acidentes e torna o canteiro mais previsível. Em resumo, ela devolve ao engenheiro aquilo que sempre foi o seu maior valor: a capacidade de decidir com precisão.

Mas, embora o avanço tecnológico seja evidente, pesquisas recentes mostram que o Brasil ainda tem muito a evoluir. Estudos conduzidos pelo BIM Fórum Brasil, Confea/CREA e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) revelam que o país se encontra em um estágio inicial de maturidade digital. Na segunda edição da Pesquisa Nacional sobre Digitalização no Âmbito da Indústria da Construção, divulgada em 2024, apenas 33,8% dos profissionais afirmaram utilizar a metodologia BIM de forma prática. Outros 56,7% ainda estão em fase de descoberta. Quando analisamos o conhecimento sobre tecnologias da chamada Indústria 4.0, o número cai para 38,5%.

Esses dados evidenciam que, apesar de um discurso cada vez mais presente sobre inovação, a adoção efetiva de tecnologias digitais ainda é restrita. O desafio maior não é técnico, mas cultural. Falta integração entre sistemas, planejamento estratégico e capacitação das equipes. Muitas empresas ainda veem a inovação como custo e não como investimento. Outras operam em “ilhas digitais”, onde cada departamento usa ferramentas diferentes, sem diálogo entre elas. Há também limitações estruturais, como obras em locais com baixa conectividade, falta de infraestrutura de TI e ausência de processos padronizados.

A superação desses desafios exige liderança, visão de longo prazo e um compromisso real com a mudança. É preciso investir em pessoas, revisar processos e medir resultados. A digitalização não é um software que se instala; é uma cultura que se constrói. E essa construção passa, antes de tudo, por mentalidade.

Em poucos anos, será impensável conduzir uma obra sem dashboards integrados, rastreabilidade de dados e controle automatizado de qualidade. As empresas que compreenderem isso agora e investirem em integração entre pessoas, processos e tecnologia terão uma vantagem competitiva incontestável. Estamos entrando em uma era em que o digital e o físico caminham lado a lado, e onde a informação se torna o principal insumo da construção.

Costumo dizer que a construção digital não substitui o engenheiro; ela o amplia. Amplia sua capacidade de análise, de decisão e de impacto. O engenheiro do futuro será, antes de tudo, um gestor de dados, alguém capaz de interpretar o que as máquinas indicam e traduzir isso em ações práticas de produtividade, qualidade e segurança.

O Brasil ainda tem muito espaço para crescer, mas o movimento é irreversível. Quem adotar uma postura proativa, investindo em BIM, gêmeos digitais, sensores, IA e integração de sistemas, estará não apenas se modernizando, mas garantindo seu lugar no futuro da construção. Estamos diante de uma oportunidade histórica de reposicionar o setor, de reativo e fragmentado para conectado, inteligente e colaborativo.

O canteiro de obras do futuro já está sendo desenhado hoje, e quem compreender essa transformação deixará de apenas construir edifícios para começar a construir dados, conhecimento e eficiência.

Romeu Neiva é especialista em Inovação Tecnológica na Construção.

O novo papel do Engenheiro: além de executor, estrategista

O novo papel do Engenheiro: além de executor, estrategista

30 November 2025

 

A Engenharia brasileira vive um momento de inflexão. Se antes o profissional era reconhecido sobretudo pela excelência técnica e pela capacidade de entregar obras complexas, hoje o setor exige algo além: visão de negócios, capacidade analítica, compreensão sistêmica da cadeia produtiva e atuação estratégica diante de mercados cada vez mais competitivos. Nesse cenário, formações avançadas como a Residência em Engenharia Civil, com base teórica no programa MBI – Master Business Innovation, fundado e promovido pioneiramente no Brasil pelo Sinduscon-GO, pela Fatesg/Fieg e pelo CREA-GO, tornam-se catalisadoras de uma mudança profunda no perfil do engenheiro moderno.

O programa reúne profissionais com até 4 anos de formados, que já atuam em construtoras, fabricantes, incorporadoras e empresas de infraestrutura, proporcionando uma imersão em temas que historicamente não faziam parte da formação tradicional. Gestão da inovação, estratégia empresarial, design de novos modelos de negócio, planejamento, análise de mercado e liderança são conteúdos que ampliam a atuação do engenheiro muito além dos limites do canteiro de obras.

As experiências relatadas pelos alunos da Residência revelam essa transformação. Muitos ingressaram buscando aprimorar competências técnicas ou compreender novas tecnologias construtivas, mas rapidamente perceberam que o diferencial do curso está em reposicionar a forma como enxergam o setor. Ao serem instigados a mapear oportunidades, analisar métricas corporativas, construir propostas de valor e conduzir projetos orientados à inovação, os participantes passam a desempenhar um papel mais estratégico dentro de suas organizações, além dos evidentes incrementos de conhecimento técnico.

Projetos desenvolvidos no âmbito do MBI demonstram essa evolução: diagnósticos de maturidade digital em construtoras, planos de expansão industrial, estudos de melhoria de produtividade com base em dados reais, implementação de rotinas de inovação contínua, identificação de erros com lições aprendidas e redesenho de processos para aumento de competitividade. Em todos esses casos, o engenheiro deixa de ser apenas o responsável técnico pela entrega e assume a postura de gestor, articulando equipes, avaliando riscos, construindo cenários e tomando decisões orientadas por indicadores.

Essa transição — do engenheiro executor para o engenheiro estrategista — é uma das mudanças mais significativas vividas pelo setor da construção nos últimos anos. A complexidade crescente das obras, a industrialização de processos, a integração digital e a necessidade de soluções sustentáveis ampliam o papel do profissional. O desempenho financeiro de empreendimentos, a experiência do cliente, o posicionamento competitivo das empresas e a adoção de tecnologias emergentes passam a fazer parte do seu escopo de atuação.

A educação continuada, portanto, emerge como motor de competitividade. Programas como a Residência em Engenharia Civil, protagonizada pelo Sinduscon-GO e que terá sua primeira turma formada em fevereiro de 2026, oferecem a ponte entre a base técnica sólida — característica da Engenharia — e as competências de gestão e inovação requeridas para liderar negócios no século XXI. Ao unir conhecimento técnico, visão estratégica e pensamento inovador, formam-se profissionais capazes de influenciar decisões de alto impacto e de impulsionar a modernização do setor.

O engenheiro que o mercado demanda é mais analítico, participativo e orientado a resultados, porém sem perder o rigor técnico. Ele entende pessoas, processos, finanças, tecnologia e mercado. Ele traduz desafios complexos em estratégias viáveis. Ele antecipa tendências, identifica oportunidades e lidera transformações. E, sobretudo, compreende que a Engenharia é, cada vez mais, uma atividade sistêmica e integrada, em que a capacidade de executar permanece essencial, mas a habilidade de pensar estrategicamente tornou-se determinante para o sucesso das organizações.

Cezar Mortari é engenheiro civil, mestre em Engenharia de Produção, vice-presidente do Sinduscon-GO e diretor técnico da IronBuild.

Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025
Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025

Sinduscon Goiás é reconhecido pelo Ministério do Trabalho como 1º Lugar na Negociação Coletiva – 2025

26 November 2025

O Sinduscon Goiás foi reconhecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com o prêmio de 1º Lugar como Negociador Coletivo do Trabalho – 2025 (Patronal), durante a Semana Nacional de Negociação Coletiva. O resultado consta no Ofício Circular SEI nº 849/2025/MTE, documento oficial que anuncia as instituições premiadas em âmbito nacional.

A premiação destaca a condução responsável, técnica e equilibrada da Convenção Coletiva, reforçando o papel do Sindicato como referência nas relações trabalhistas no setor da construção civil.

Reconhecimento ao trabalho da CPRT

O desempenho do Sinduscon Goiás é resultado direto da atuação da Comissão de Política de Relações Trabalhistas e Sindicais (CPRT), responsável pelo processo de negociação da Convenção Coletiva 2025. Compõem a equipe:

  • Jorge Tadeu – Membro da CPRT
  • Yuri Vaz de Paula – Membro da CPRT
  • Bruno Alvarenga de Menezes – Membro da CPRT, participante direto das negociações e 2º Vice-Presidente do Sinduscon Goiás
  • Dra. Amanda Mioto – Advogada Setorial do Sinduscon Goiás

O grupo conduziu as tratativas com foco em segurança jurídica, melhoria das condições de trabalho, competitividade das empresas e diálogo produtivo entre as partes envolvidas.

Fala do Presidente: premiação representa toda a cadeia produtiva

Durante a cerimônia de entrega do prêmio, o presidente Hidebrair de Freitas ressaltou que a conquista pertence a toda a cadeia da construção civil e às entidades que atuam em parceria constante com o Sinduscon Goiás.

Em sua fala, destacou especialmente:

  • Sintracom Goiás, pelo diálogo responsável e construtivo durante as negociações
  • SECONCI Goiás, pela atuação assistencial que garante mais qualidade de vida, saúde e segurança aos trabalhadores
  • FIEG e SENAI Goiás, pela oferta permanente de capacitação gratuita, elevando o padrão de qualificação profissional do setor

Hidebrair reforçou que essa união institucional é fundamental para fortalecer o ambiente produtivo, promover negociações equilibradas e impulsionar o desenvolvimento sustentável da construção civil em Goiás.

Avanço para o setor da construção

O prêmio simboliza o reconhecimento nacional ao trabalho sério conduzido pelo Sinduscon Goiás na mediação das relações trabalhistas e reafirma o compromisso da entidade com:

  • o diálogo social;
  • a valorização da mão de obra;
  • o desenvolvimento técnico e profissional do setor;
  • a construção de ambientes produtivos mais seguros e sustentáveis.

O Sinduscon Goiás segue atuando para fortalecer o setor, ampliar parcerias e construir soluções que promovam crescimento econômico e qualidade de vida para trabalhadores e empresas.

 

Sinduscon-Goiás participa do 3º Fórum BIM Tech Centro-Oeste em Brasília

Sinduscon-Goiás participa do 3º Fórum BIM Tech Centro-Oeste em Brasília

28 October 2025

O Sinduscon-Goiás marcou presença no 3º Fórum BIM Tech Centro-Oeste, realizado nesta segunda-feira (28/10) no auditório do Sinduscon-DF, em Brasília. Com o tema “BIM como motor da industrialização da construção civil”, o evento reuniu lideranças, especialistas e representantes de entidades nacionais para debater avanços tecnológicos, produtividade e industrialização das obras no Brasil.

Representando o Sinduscon-Goiás, o Diretor Titular da Câmara Especializada de Inovação, BIM, Startups e Internet das Coisas, Romeu da Silva Neiva Neto (Innovar Construtora) acompanhou os painéis sobre transformação digital, contratações públicas com BIM, integração Lean + BIM, além da importância da parametrização de objetos para processos construtivos mais industrializados.

O encontro também apresentou o Living Lab C, iniciativa pioneira na região Centro-Oeste que funciona como um laboratório vivo dedicado ao desenvolvimento e à aplicação de soluções inovadoras para o setor.

A participação do Sinduscon-Goiás reforça o compromisso da entidade com a modernização, a competitividade e o fortalecimento da construção civil, alinhando tecnologia, sustentabilidade e produtividade para impulsionar o futuro da infraestrutura no estado e no país.

Sinduscon-Goiás. Construindo hoje o futuro do nosso estado.

  1. Informativo do Sinduscon-GO: Construir Mais on-line - Ano 2 Edição nº 13
  2. 4ª edição da Oficina de Cocriação do Living Lab C debate soluções voltadas para os Indicadores Ambientais do setor da construção
  3. Confira as equipes vencedoras do Construct Ideathon
  4. Sinduscon-GO celebra o sucesso do Dia Nacional da Construção Social 2025

Página 6 de 22

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
© 2026 Sinduscon-GO. Designed By Livres.art.br
  • HOME
  • O SINDUSCON-GO
  • SERVIÇOS
  • NOTÍCIAS
    • Sinduscon-GO na mídia
  • ÁREA DOS ASSOCIADOS
  • .