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EFICIÊNCIA EM PROJETOS - Como reduzir custos e prazos sem perder qualidade

EFICIÊNCIA EM PROJETOS - Como reduzir custos e prazos sem perder qualidade

30 June 2025

Em um mercado cada vez mais competitivo, onde prazos apertados e orçamentos enxutos são a realidade da maioria dos empreendimentos, a eficiência no desenvolvimento de projetos se tornou um diferencial estratégico para o sucesso das incorporações imobiliárias. Segundo a engenheira civil, consultora e especialista em desenvolvimento de produtos, Lyvia Mendonça Queiroz, decisões tomadas ainda na fase inicial da concepção de um projeto podem significar economia de tempo, dinheiro e até evitar problemas jurídicos durante a execução da obra.

O projeto como pilar da rentabilidade

Um projeto bem elaborado é muito mais do que um conjunto de plantas técnicas. “Ele é o coração da incorporação”, afirma Lyvia. De acordo com ela, projetos detalhados e compatibilizados entre todas as disciplinas (arquitetura, estrutura, instalações, entre outras) durante a elaboração do projeto legal, previne surpresas na elaboração do projeto executivo e reduzem significativamente o retrabalho na obra, um dos principais vilões dos custos e atrasos. 

Erros que parecem pequenos no papel, podem gerar paralisações, gastos extras com correções, desconfortos com os clientes e, pior, comprometer a qualidade final do produto.

Além da parte técnica, a definição clara dos diferenciais do empreendimento é um componente estratégico essencial no desenvolvimento do projeto. Identificar desde o início os atributos que irão destacar o produto no mercado orienta todas as decisões de projeto e comunicação. Esses diferenciais são o que agregam valor percebido ao imóvel, fortalecem o posicionamento da incorporadora e podem influenciar diretamente no sucesso comercial e na rentabilidade da operação.

Decisões que fazem a diferença

Segundo a especialista, escolhas aparentemente simples na fase de projeto têm um impacto direto em toda a cadeia produtiva. “Desde o tipo de estrutura até o dimensionamento correto de áreas comuns e técnicas, tudo interfere no custo da obra e no valor percebido pelo cliente”, explica. 

Além disso, a antecipação de soluções evita improvisações que elevam os custos na reta final do empreendimento.

Tecnologia como aliada da eficiência

Ferramentas como o BIM vêm ganhando espaço justamente por permitir a integração entre as diversas etapas e profissionais envolvidos no projeto. Com elas, é possível simular a construção virtualmente, identificar conflitos, calcular quantitativos com mais precisão e, assim, planejar melhor a execução.

“Não se trata apenas de adotar um software, mas de mudar a cultura da empresa para trabalhar de forma mais colaborativa e estratégica”, ressalta Lyvia.

O uso de tour virtual de decorado e imagens 3D tem transformado a forma como os empreendimentos imobiliários são apresentados e comercializados. Essas tecnologias permitem que clientes e corretores tenham uma experiência imersiva e realista do imóvel antes mesmo da construção, explorando ambientes, acabamentos e layouts com detalhes precisos. Isso facilita a compreensão do projeto, gera maior confiança na compra e acelera o processo decisório. Além disso, a visualização tridimensional torna possível destacar diferenciais e personalizações, proporcionando um forte apelo comercial que contribui para o sucesso das vendas, especialmente em empreendimentos lançados na planta.

Custo inteligente: cortar o desperdício, não a qualidade

Reduzir custos sem comprometer a qualidade não significa usar materiais inferiores ou eliminar etapas essenciais, mas sim evitar o desperdício de recursos – sejam eles financeiros, humanos ou de tempo.
Para isso, boas práticas como a compatibilização de projetos, revisão criteriosa de detalhes técnicos, e envolvimento multidisciplinar desde a concepção são fundamentais. “Projetar bem é, antes de tudo, planejar com inteligência”, conclui a consultora.

Investir em cursos, consultorias especializadas e métodos que auxiliem na racionalização do projeto desde as etapas iniciais é uma estratégia inteligente e econômica. Embora possa representar um custo inicial, essa abordagem proporciona um ganho muito mais expressivo no resultado, reduzindo retrabalhos, otimizando recursos e garantindo maior eficiência ao longo de toda a obra.

ENTREVISTA - Gerenciamento bem-sucedido de obras

ENTREVISTA - Gerenciamento bem-sucedido de obras

30 June 2025
  • ENTREVISTA

Engenheiro Civil e sócio fundador da Vertical Gestão de Obras, Lucas Araújo, com a experiência de quem passou por diversas áreas como produção, coordenação de equipes e gestão de áreas estratégicas de empresas de grande porte do setor, fala sobre os principais desafios presentes no gerenciamento e como planejamento inicial é fundamental para o sucesso de uma obra.

- Quais são, na sua opinião, os principais desafios no gerenciamento de uma obra?

O principal desafio no gerenciamento de obras é manter o equilíbrio entre os diversos âmbitos do dia a dia de um canteiro, como controle da produção, gestão de compras e contratações, estoque, qualidade, pessoas e interação com as demais áreas da empresa.  

Tal equilíbrio exige uma boa cultura de gestão, focada em fatos e dados para a melhor tomada de decisão no dia a dia da obra.

O que aprendi ao longo dos anos e aplicamos todos os dias na Vertical – é que mais do que ferramentas, é preciso visão estratégica, adaptação e sempre estar pensando vários passos à frente.

- Como o planejamento inicial impacta no sucesso da execução de obra?

O planejamento feito no momento correto tem o poder de mitigar vários problemas, antecipar estratégias e ações que só seriam vistas no momento da execução onde não se tem na maioria dos casos tempo para estudar a melhor solução equilibrando execução, custo e qualidade. Quando falo de planejamento não é sobre o cronograma é sim pensar em todas os âmbitos como: Análise crítica dos projetos, logística e o melhor sequenciamento de atividades.

Na Vertical, estruturamos o planejamento em três níveis: longo, médio e curto prazo. Isso nos dá clareza sobre onde queremos chegar, mas também agilidade para ajustar o caminho. Com essa estrutura, conseguimos antecipar gargalos, organizar as compras com inteligência, direcionar as equipes e manter o controle da obra na prática, não só no papel.

Mais do que um documento inicial, planejamento para nós é um processo contínuo. Ele evolui junto com a obra. É isso que transforma um projeto viável em um empreendimento entregue com sucesso.

- Quais erros de gestão você considera mais comum?

Muitos erros em obra poderiam ser evitados tendo dados confiáveis e de fácil acesso. Com isso uma gestão mais ativa,

Acompanhar prazos e custos precisa ser um processo vivo, feito em tempo real. Esperar o fim de mês para entender onde houve desvio é, na prática, abrir mão da chance de corrigir no momento certo. Deve-se ter um foco muito grande nas restrições para que novas atividades comecem no momento certo evitando sempre estar “apagando incêndio”.

Gosto de gestão a vista, que nos mostram onde estamos indo bem e onde precisamos intervir. Isso nos ajuda a ser mais preciso nas intervenções.

E, claro, não posso deixar de citar o que talvez seja o mais silencioso dos erros: a falha de comunicação entre setores, inclusive dentro do canteiro. Porém, quando áreas de controle, suprimentos e execução não falam a mesma língua, quem paga a conta é o projeto. E é uma conta cara: retrabalho, desperdício e desmotivação.

- Quais estratégias você utiliza para melhorar a produtividade da equipe no canteiro de obras?

Produtividade nasce de um ambiente bem liderado. E para liderar, é preciso estar presente. Começamos com metas claras e bem definidas no curto prazo, alinhadas com o cronograma da obra. Reuniões rápidas durante o dia ajudam a manter o foco, resolver travas e garantir que todos estejam na mesma página.

Acredito em investir em capacitação contínua, porque um time bem treinado trabalha com mais autonomia. E não menos importante: cuidar da motivação do clima no canteiro. Mostrar como cada função contribui para o todo – e isso cria engajamento real. Quando a equipe entende seu papel na entrega e está focada em metas bem definidas, a produtividade acontece como consequência.

- Quais boas práticas você considera essenciais para evitar retrabalho na execução?

Retrabalho é um problema crônico nas obras, com impactos profundos. Ele compromete cronograma, orçamento e principalmente, a qualidade do produto.

Para evitá-los, seguimos pilares fundamentais:

1. Uma boa compatibilização prévia de projetos – garantir que todas as disciplinas estejam alinhadas nos vários aspectos como: execução, normas, soluções técnico/financeiras e qualidade final. Evitando que soluções sejam tomadas no momento da execução.

2. Ter um sequenciamento prévio bem pensado no momento do planejamento e respeitado no momento da execução, de forma que as atividades possam sair no setor com a atividade 100% pronta.

3. Treinamento dos critérios de como fazer e receber os serviços para as equipes envolvidas.

4. Recebimento criterioso das atividades com acompanhamento próximo e validação contínua do que está sendo feito.

5. Comunicação clara e ativa – e aqui falo tanto da horizontal, entre os membros da equipe, quanto da vertical, entre os diferentes níveis de liderança.

HABITAÇÃO SOCIAL - Problema coletivo

HABITAÇÃO SOCIAL - Problema coletivo

30 June 2025

Por Carolina França Lacerda*

Se tamanho é documento, então cada metro mal planejado é desperdício assinado em cartório.

Trabalhando com habitação econômica, aprendi rápido: cada metro quadrado custa — e quem paga é sempre o cliente.

A ineficiência da empresa, o projeto sem aderência, a norma urbana mal redigida, o processo público engessado — tudo isso vira preço, vira atraso, vira exclusão.

“Mas estamos falando do mínimo.”

Sim, estamos.

E o mínimo, para milhões de brasileiros, ainda é luxo. O teto que alguns discutem como o “padrão mínimo” é, na prática, o máximo que 7 milhões de pessoas conseguem sonhar.

E aqui deixo um recado incômodo: quem entrega um MCMV dentro da regra da Caixa e do FGTS, atendendo à NBR 15575, já faz mais do que boa parte do mercado tradicional. Porque cumpre com dignidade o que outros ainda chamam de “mínimo técnico”.

O problema é que tem gente que trata esse tema como se estivesse falando de planilha. Não está. Está falando de gente. Projetar com um metro a mais ou a menos muda tudo. Cada m² não usado, mal pensado ou ineficiente custa mais do que cimento. Custa acesso.

E não, o problema não é (só) do governo federal. O município que não atualiza seu código de obras e plano diretor, que ignora a viabilidade urbana, que dificulta PPPs ou se omite na legislação, está empurrando famílias para a informalidade.

A política pública de moradia não acontece no discurso — acontece na lei de uso do solo, no incentivo à habitação social adequada e na coragem de assumir que o problema é coletivo.

Quer melhorar a habitação social? Comece aceitando que o básico bem feito ainda está longe de ser o padrão. E que “mínimo” não deveria ser o máximo alcançável.

*Engenheira Civil, diretora do Sinduscon-GO e consultora em desenvolvimento imobiliário, estratégia e viabilização de empreendimentos.

Como a Tecnologia Está Transformando o Processo On-line de Venda de Imóveis no Brasil

Como a Tecnologia Está Transformando o Processo On-line de Venda de Imóveis no Brasil

30 June 2025

Por Amanda Longhi Bastos Corrêa*

Meta descrição (SEO):
A digitalização das vendas imobiliárias exige mais do que presença on-line: requer estrutura, dados e tecnologia integrada. Entenda como inteligência artificial, CRM e BI estão revolucionando a jornada de compra no setor da construção civil.

  • A digitalização no mercado imobiliário: mais que tendência, uma urgência estrutural

A digitalização do processo de vendas imobiliárias no Brasil deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência de mercado. O comportamento do consumidor mudou radicalmente: hoje, o comprador de imóveis — independentemente da faixa de renda — inicia sua jornada de forma 100% digital. Ele busca informações, compara produtos, avalia reputações e espera ter suas dúvidas respondidas rapidamente, com precisão e conveniência.

Neste cenário, não basta ter um site ou lançar campanhas digitais. É imprescindível construir uma jornada digital de vendas estruturada, escalável e orientada por dados, com o apoio de tecnologia de ponta e processos bem definidos.

  • Por que muitos processos on-line ainda não geram performance?

Apesar dos avanços no investimento em marketing digital, muitas incorporadoras e imobiliárias ainda enfrentam resultados aquém do esperado. As razões não estão na falta de leads, mas sim na falta de governança do funil de vendas digital.

Os principais gargalos incluem:

  • Captação de leads sem critérios de qualificação;
  • Atendimento desorganizado e despadronizado, o que compromete a experiência do cliente;
  • Falta de integração entre canais e plataformas;
  • Equipes comerciais sem preparo técnico para atuar no digital;
  • Tomadas de decisão baseadas em achismos, e não em dados.

Em essência, o que compromete os resultados não é a ausência de tecnologia, mas sim sua implementação fragmentada e descolada de um processo comercial estruturado.

  • Tecnologias que estruturam e alavancam o processo on-line de vendas de imóveis

A transformação digital do setor exige mais do que adotar ferramentas isoladas: é preciso orquestrar uma verdadeira arquitetura tecnológica, em que cada solução atue de forma integrada, com foco em eficiência, previsibilidade e personalização da jornada de compra.

1. Inteligência Artificial no atendimento digital

A IA se tornou indispensável no primeiro contato com o lead. Por meio de assistentes virtuais e bots treinados em linguagem natural, é possível:

  • Oferecer atendimento 24h, sem ruptura de jornada;
  • Responder dúvidas técnicas com base em banco de dados;
  • Nutrir automaticamente o lead com conteúdos relevantes;
  • Automatizar o agendamento de visitas ou videochamadas.

A IA também atua como facilitadora do trabalho do corretor, citando como exemplos cotidianos da rotina do processo on-line de venda: nutrição do CRM, organização de informações e auxílio no follow-up.

2. CRM com inteligência de relacionamento

Não há eficiência comercial sem um sistema de CRM dedicado ao setor imobiliário. Um bom CRM organiza todas as interações com o cliente, mapeia sua jornada, identifica padrões e permite segmentar os leads por nível de maturidade, produto de interesse e canal de origem.

Além disso, permite escalar a personalização do atendimento e garantir um follow-up ativo, contínuo e coerente com o perfil de cada comprador.

3. Ferramentas de automação e qualificação de leads

Automatizar etapas do processo — como ter um meio do funil com atendimento por IA para acelerar o processo de atendimento e qualificação do lead, vencimento de etapas do funil de vendas, base de leads segmentados — permite que o time comercial atue com foco no lead quente, dedicando seu esforço em uma base de leds com maior probabilidade de venda ganha. Neste processo, além do ganho de eficiência em performance em todas as etapas do funil de vendas, há, ainda, fidelização por parte do time de venda, pois um processo de venda on-line automatizado permite a alavancagem das taxas de conversão.

4. Business Intelligence (BI) e cultura de dados

A ausência de dados ainda é um dos maiores limitadores da eficiência no mercado imobiliário. Sem dados estruturados e conectados entre marketing, atendimento, CRM e vendas, a gestão se torna reativa, subjetiva e pouco estratégica.

A adoção de BI permite:

  • Unificar dados de diferentes fontes em dashboards gerenciais;
  • Identificar gargalos no funil e agir de forma preventiva;
  • Calcular o CAC (custo de aquisição de cliente) com precisão;
  • Cruzar indicadores de desempenho por região, tipologia, canal ou corretor;
  • Criar previsões de vendas mais confiáveis e sustentáveis.

Mais que uma ferramenta, o BI viabiliza a gestão científica da operação comercial.

5. Experiências digitais imersivas e interativas

A jornada de compra on-line também depende da qualidade da experiência digital. Recursos como:

  • Tours virtuais 360°;
  • Realidade aumentada;
  • Simuladores de financiamento embarcados;
  • Plantas humanizadas interativas;

Além de encantarem o lead reduzem objeções, ampliam o engajamento e encurtam o ciclo de decisão.

  • Recomendações estratégicas para estruturar um funil on-line de alta performance

Para que a operação digital de vendas imobiliárias seja escalável, previsível e eficiente, é preciso encarar a jornada de compra como um processo com etapas claras, KPIs definidos e responsabilidades bem distribuídas.

As principais recomendações são:

  • Criar um processo de qualificação estruturado no meio do funil;
  • Garantir que o lead receba conteúdo relevante antes do contato humano;
  • Estruturar um playbook comercial digital com réguas de atendimento e scripts de abordagem;
  • Integrar marketing, pré-vendas, vendas e pós-vendas em uma jornada única;
  • Usar IA e automação para ganho de escala, sem perda de personalização;
  • Monitorar continuamente os indicadores para ajustes táticos.

Conclusão: a tecnologia é a ponte entre a intenção e a conversão

A venda de imóveis on-line no Brasil entrou em um novo estágio de maturidade. O consumidor está mais exigente, a concorrência mais acirrada e o ciclo de compra mais sofisticado.

A tecnologia, neste contexto, não é uma solução isolada: ela é a base sobre a qual se constrói uma operação de vendas moderna, eficiente e centrada no cliente.

Incorporadoras que enxergarem o digital como parte essencial de sua engrenagem comercial estarão mais preparadas para sustentar crescimento, melhorar margens e liderar o setor na próxima década.

* Amanda Longhi Bastos Corrêa, advogada e há 17 anos atua no mercado imobiliário, sendo que 10 deles foram na área comercial da Direcional Engenharia, onde exerceu a gerência comercial e regional liderando times comerciais e lançamentos imobiliários de grande porte. Atualmente, sócia e diretora da Squad Realty, uma empresa de abrangência nacional com diversas soluções voltadas para incorporadoras com o propósito de acelerar o sucesso dos empreendimentos imobiliários, dentre elas o de implementar melhorias e eficiência na gestão do funil de vendas.

Cerimônia de abertura marca primeiro dia de Bootcamp do 2º Construct Ideathon

13 June 2025

Cerimônia de abertura marca primeiro dia de Bootcamp do 2º Construct Ideathon

Com 57 participantes, evento on-line sela início do Desafio, que busca soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria da construção civil

Foi dada a largada oficial ao 2º Desafio Nacional Living Lab C - Construct Ideathon, maratona de abrangência nacional, 100% on-line, que busca acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis voltadas à indústria da construção civil. Um evento virtual marcou, no dia 7 de junho, a abertura das atividades da maratona de inovação e empreendedorismo.

57 participantes, entre acadêmicos, profissionais ligados ao setor e líderes classistas, participaram da cerimônia de abertura e acompanharam o primeiro dia de treinamento, com o curso “CANVAS C. A Capacitação”, pela plataforma Google Meet.

Anfitriã do evento, a Pró-Reitora de Pesquisa e Inovação da UFG, Prof.ª Dr.ª Helena Carasek, apresentou os números desse 2º Construct Ideathon, como a homologação na competição de 19 equipes compostas por estudantes de graduação e pós-graduação, mentores e profissionais de mercado. Os 71 participantes representam 15 cidades brasileiras - sendo 7 no Estado de Goiás, e 21 Instituições de Ensino. 

A jornada de inovação e empreendedorismo tem promoção pela Universidade Federal de Goiás - UFG, realização pelo Programa de Extensão Living Lab C e organização pelo Centro de Empreendedorismo e Incubação - CEI (UFG), conta com o apoio institucional da Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, da Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP, do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás - Sinduscon-GO, da Comunidade da Construção GO e do Sebrae, bem como o patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás - FAPEG, da Mútua-GO e da Votorantim Cimentos, além da colaboração de parceiros institucionais e empresas do setor da construção.

Autoridades presentes

Também participaram do evento o Diretor de Transferência e Inovação Tecnológica (DTIT) da UFG, Prof. Dr. Marinaldo Divino Ribeiro; representando o Sebrae a Analista da Unidade de Soluções, Sr.ª Emília Rosângela Pires; o Coordenador Técnico do Programa Comunidade da Construção GO e Professor da EECA-UFG, Prof. Dr. Oswaldo Cascudo; o Vice-Presidente do Sinduscon-GO, Eng. Cezar Mortari; a Presidente da Mútua Goiás, Tatiana Jucá; e o Gerente de Marketing da Votorantim Cimentos, Sr. Marcos Vinicius Tomim.

Sobre o Construct Ideathon

Como  tema “Inovação e Sustentabilidade na Indústria da Construção Civil”, o 2º Desafio Nacional Living Lab C tem como objetivo ser um ambiente de inovação que estimule estudantes, pesquisadores e profissionais de mercado a pensarem e proporem soluções para o setor a partir de pelo menos um dos três Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU): ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis).

As equipes inscritas concorrerão na categoria Negócio de Impacto Socioambiental (NIS), e deverão propor soluções inovadoras e sustentáveis, com potencial para gerar um impacto social e/ou ambiental positivo, perspectiva de resultado financeiro sustentável e a possibilidade de monitoramento desse impacto.

Todas as atividades serão desenvolvidas em formato remoto e contarão com oficinas e mentorias, nas quais as equipes serão estimuladas a desenvolver as ideias que serão enviadas para uma banca avaliadora. O objetivo é promover e desenvolver habilidades empreendedoras, ao mesmo tempo em que estimula soluções criativas e inovadoras.

As três melhores equipes serão contempladas com um auxílio financeiro e isenção no próximo ciclo de pré-incubação do Centro de Empreendedorismo e Incubação da Universidade Federal de Goiás (CEI/UFG), desde que se enquadrem nos critérios da seleção. A 1ª colocada receberá R$ 15 mil, a segunda R$ 10 mil e a terceira, R$ 5 mil. Além disso, todas as pessoas que integram as equipes receberão um certificado individual de participação.

Daniela Castro
Coordenadora do Living Lab C

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